Riachuelo registra lucro de R$ 5 milhões no 1º trimestre de 2026
21/05/2026
Divulgação: Riachuelo
A Riachuelo (B3: RIAA3), grupo que reúne as marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter’s, FANLAB e a Midway Financeira, divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido de R$ 5 milhões. O EBITDA consolidado foi de R$ 268 milhões, alta de 14,1% em relação ao mesmo período de 2025, com margem de 11,5%, revertendo o prejuízo registrado nos primeiros trimestres dos últimos seis anos.
Segundo a companhia, as vendas de vestuário em mesmas lojas (SSS) cresceram 10,1% no trimestre, marcando o 11º período consecutivo de alta nesse indicador. A margem bruta da operação de vestuário alcançou 54,9%, avanço de 1,2 ponto percentual na comparação anual e o décimo trimestre seguido de expansão.
A operação de mercadorias registrou EBITDA de R$ 135 milhões, crescimento de 23,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025, com margem de 8,1%. Já a Midway Financeira apresentou EBITDA de R$ 133 milhões, alta de 5,8% no período.
“O início de 2026 reforça a consistência da nossa execução na captura de eficiências, ao mesmo tempo em que seguimos evoluindo a nossa proposta de valor e a experiência dos consumidores. O retorno ao lucro no primeiro trimestre, aliado ao crescimento das vendas e à expansão de margem, evidencia uma estratégia clara, executada com disciplina e foco na visão de longo prazo”, afirma André Farber, CEO da Riachuelo.
Durante o trimestre, a companhia ampliou ações voltadas ao portfólio de produtos, com destaque para coleções e colaborações em diferentes categorias, além da expansão da linha D-Ultras e do fortalecimento da coleção D-Sync, voltada ao segmento athleisure.
A varejista também implementou um novo conceito de experiência em loja na unidade do ParkShopping Barigüi, em Curitiba. O modelo já havia sido apresentado anteriormente em uma loja temporária no bairro de Pinheiros, em São Paulo.
Na agenda de sustentabilidade, a companhia publicou o Relato Integrado 2025 e informou avanço no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, passando da 50ª para a 26ª posição entre as empresas avaliadas.