Acordo UE-Mercosul reposiciona sustentabilidade como critério central para o setor T&C brasileiro

24/04/2026

Tarifas

O acordo entre União Europeia e Mercosul marca uma mudança de chave para a indústria têxtil brasileira, mas não pelos motivos mais debatidos até agora. Em artigo publicado na Abit Review 12, o especialista Braz Costa, Diretor geral do Centro Tecnológico das Industrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), argumenta que a redução de tarifas, embora relevante, não será o principal fator de competitividade no mercado europeu.

Segundo o autor, a nova fase do comércio internacional exige que a sustentabilidade deixe de ser apenas um diferencial de imagem para se tornar requisito básico de acesso. Com regras mais rigorosas da Comissão Europeia — incluindo rastreabilidade, métricas ambientais e responsabilidade sobre o ciclo de vida dos produtos — empresas que não conseguirem comprovar suas práticas tendem a perder espaço.

O artigo defende que o melhor aproveitamento do acordo passa por encarar a sustentabilidade como infraestrutura industrial, com investimentos em dados auditáveis, certificações confiáveis e inovação em design e logística reversa.

Para entender a análise completa e os caminhos apontados para o setor, leia o artigo na íntegra na Abit Review 12, revista digital da entidade.